jun 19

Os esforços pelo empoderamento feminino e as mudanças recentes na moda têm permitido que as mulheres encontrem as tendências que melhor as representam sem seguir velhas regras. Desses novos desejos, emerge um conceito batizado de comfortwear – não pense em roupas para ficar em casa, mas em produtos que contrariam a ideia de que a sofisticação e o sacrifício andam juntos.

“A mulher durante muito tempo foi educada a não se importar com conforto, mas buscar certo ideal de beleza acima de tudo. Quem tem cerca de 40 anos certamente se lembra da máxima de que “para ser bonita é preciso sofrer”, argumenta a consultora de moda e imagem Ana Vaz, que tem entre seus clientes UniLever, Natura e Grupo Boticário. “Era preciso entrar em um padrão estético que nos enche de dores físicas e emocionais. Hoje estamos abandonando a ideia de sofrimento e toleramos bem menos o desconforto”, diz.

Lado a lado dessa ideia, surge um novo conceito de sexy. “Estou pensando em fazer roupas para pessoas ativas, com paixão para trabalhar e viver. Por outro lado, com certeza o conforto pode ser algo atraente”, afirma Helena Yambanis Obersteiner, 24 anos, fundadora da grife Zhoi, que tem menos de um ano e tem clientes em várias partes do país.

A Zhoi se intitula como comfortwear, inspirada em referências esportivas e street. Helena fala para a geração millenial, que tem vivido o cotidiano urbano de forma atualizada e intensa. “O ‘novo atraente’ é estar bem e lindo do jeito que somos. O que é muito melhor do que estar vestindo algo que parece ser maravilhoso, mas que faz você se sentir presa.

Fonte: Elle Brasil

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

18 − 14 =