jul 21

Aparentemente, o princípio é simples. Direcionar a eletricidade estática gerada pelo atrito da roupa com outras superfícies para iluminar telas de celulares, abastecer LED’s e até alimentar um controle remoto embutido na manga de uma jaqueta pelo qual é possível destravar as portas de um carro, sem necessidade de fontes externas, como baterias. A tecnologia está em desenvolvimento de forma conjunta entre pesquisadores de duas universidades: a School of Advanced Materials Science & Engineering at Sungkyunkwan University, da Coréia do Sul, e o Australian Institute for Innovative Materials.

Segundo o noticiário internacional, o tecido conta com duas camadas externas de revestimento em prata, enquanto as duas camadas centrais contêm óxido de zinco revestido de um polímero. As camadas são transpassadas por um fio que transporta a energia. É o movimento do corpo dentro da roupa que produz uma reação semelhante àquela quando se esfrega o cabelo num balão de plástico. O próximo passo é desenvolver, dizem os pesquisadores, um tecido lavável e capaz de armazenar energia. No protótipo atual, a energia depende dos movimentos.

O projeto recorre à tecnologia TNG (triboelectric nanogenerator) que, aplicada ao tecido. Segundo o relato dos pesquisadores, quando acionados, esses nanogeradores foram capazes de gerar uma saída de alta tensão de até 120 volts, permitindo abertura das portas ao pressionar o botão na manga de uma jaqueta especialmente confeccionada com esse material.

 

Fonte: gbljeans

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