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©AGÊNCIA FOTOSITE

As passarelas já nos contavam há algumas estações: uma silhueta mais relaxada estava à caminho e calças com modelagem solta substituiriam as amadas skinnies. Apenas há dois anos, a calça skinny era dona de 76% do mercado de denim, estimado então em US$ 108 bilhões pela Euromonitor, uma das principais empresa de marketing estratégico no mundo.

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A mudança tem a ver com um movimento maior que vem das ruas que visa praticidade e conforto, e claro, uma vontade por novidade. A calça skinny está no topo do mercado desde o início dos anos 2000, tanto feminino quanto masculino. Desde então, nem a febre dos anos 70 com calças flare conseguiu derrubar sua supremacia. Em uma pesquisa feita pelo WGSN no início do ano, a skinny ainda seguia na frente, seguida pelos modelos crop e flare. “Não é que a calça justa morreu, mas ela tem mais concorrentes agora”, diz Sidney Morgan-Petro, analista de varejo do WGSN.

 

 

Junte o incessante desejo por coisas novas e os looks inspiradores que surgem nas passarelas à mais modelos nas araras, e a competição fica mais difícil mesmo. É só olhar a galeria da FFW com 50 fotos de street style tiradas nas semanas de moda de Nova York, Londres, Paris e Milão: para cada foto, um look. Para cada look, um estilo de calça que não é skinny. A voz das ruas não mente: o império acabou, ao mesmo por agora. Voltam à cena calças sem stretch, mais soltas e relaxadas, cool e elegantes. Entre os modelos que se destacam, está a troulotte, modelo cropped com perna ampla, estilo pantalona.

Fonte: FFW – Fashion Forward 

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